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Início » Domino’s faturou alto com a operação dos EUA na Venezuela
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Domino’s faturou alto com a operação dos EUA na Venezuela

Por Redação Portal Publicitário05/01/20268 Mins de Leitura
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Pizzarias próximas ao Pentágono registram picos de pedidos durante mobilizações militares e transformam entregas em indicador não oficial de ações bélicas

Nas últimas semanas, uma movimentação incomum chamou atenção nas redes sociais: pizzarias como Domino’s e Papa John’s próximas ao Pentágono registraram aumento significativo de pedidos durante a madrugada, coincidindo com a operação militar dos Estados Unidos na Venezuela. O padrão, que se repete há décadas, transformou entregas de pizza em termômetro não oficial de ações bélicas americanas e garante faturamento extra para estabelecimentos estrategicamente localizados.

A lógica é simples: quando há mobilização militar, equipes de alto escalão trabalham por longas horas ininterruptas planejando operações. Nessas situações, a pizza se torna a solução mais prática para alimentar dezenas de pessoas em regime de urgência, especialmente durante a madrugada.

Pizzato Pizza, a late night pizzeria nearby the Pentagon, has suddenly surged in traffic.

As of 2:04am ET pic.twitter.com/P60jMKfT1d

— Pentagon Pizza Report (@PenPizzaReport) January 3, 2026

Como tudo começou: a descoberta nos anos 1990

A conexão entre pizza e guerra foi notada pela primeira vez durante a Guerra do Golfo, em 1991. Jornalistas e analistas observaram que pizzarias próximas a instalações governamentais em Washington registravam picos incomuns de pedidos nas vésperas de anúncios de operações militares.

O raciocínio era direto: se há movimento intenso no Pentágono durante a madrugada, algo grande está prestes a acontecer. E esse movimento sempre vinha acompanhado de pedidos volumosos de pizza.

Frank Meeks, empresário que possuía várias franquias da Domino’s em Washington na época, chegou a comentar publicamente sobre o fenômeno. Segundo ele, sempre que havia crises internacionais ou preparação para operações militares, os pedidos para o Pentágono disparavam.

Cronologia: quando as pizzarias faturam alto

1991 – Guerra do Golfo

Primeiros relatos documentados de aumento significativo em pedidos noturnos para o Pentágono nas semanas que antecederam o início dos bombardeios no Iraque. Pizzarias próximas à sede militar americana registraram crescimento de até 30% no faturamento durante o período de planejamento da operação.

2001 – Afeganistão

Após os ataques de 11 de setembro, pizzarias como Domino’s e Papa John’s teriam recebido pedidos volumosos durante as reuniões estratégicas que precederam a invasão do Afeganistão. Relatos apontam entregas contínuas durante três noites seguidas antes do anúncio oficial da operação.

2003 – Invasão do Iraque

Novamente, picos de entregas durante as semanas de planejamento da operação militar. Estabelecimentos próximos ao Pentágono trabalharam em regime de urgência, com equipes reforçadas para atender a demanda.

2011 – Líbia

Um dos casos mais citados: na madrugada anterior ao início dos bombardeios na Líbia, pizzarias teriam recebido pedidos em grande volume para o Pentágono, horas antes do anúncio público da operação. Alguns estabelecimentos relataram pedidos de mais de 50 pizzas em uma única entrega.

2025 – Venezuela

Recentemente, durante a operação militar dos Estados Unidos na Venezuela, o padrão se repetiu. Usuários nas redes sociais reportaram movimento intenso em pizzarias próximas ao Pentágono durante a madrugada, horas antes do anúncio oficial da ação.

Por que as pizzarias faturam alto durante operações militares

A resposta está na logística operacional. Quando há mobilização militar, centenas de pessoas trabalham simultaneamente no Pentágono:

Analistas de inteligência precisam processar informações em tempo real sobre o alvo da operação.

Estrategistas militares planejam rotas de ataque, logística de tropas e coordenação entre diferentes forças armadas.

Autoridades políticas avaliam implicações diplomáticas e aprovam decisões de alto escalão.

Equipes de comunicação preparam anúncios oficiais e estratégias de divulgação.

Esse processo pode durar dias, com equipes trabalhando em turnos de 12 a 16 horas seguidas. Nesse cenário, a pizza oferece vantagens práticas:

Rapidez: pode ser entregue em grandes quantidades sem necessidade de preparação adicional no local.

Praticidade: não exige talheres, pratos ou infraestrutura complexa para servir dezenas de pessoas.

Disponibilidade: redes como Domino’s e Papa John’s operam 24 horas em regiões estratégicas de Washington.

Custo-benefício: alimentar grandes equipes com pizza é mais econômico e rápido do que organizar refeições formais.

Discrição: pedidos corporativos de pizza não chamam tanta atenção quanto movimentações militares visíveis.

Como funciona o esquema de entregas

Pizzarias próximas ao Pentágono mantêm contratos informais com instalações governamentais para atender pedidos de emergência. Quando há mobilização interna, o processo funciona assim:

Passo 1: Equipes internas do Pentágono fazem pedidos volumosos, geralmente entre 20 e 100 pizzas por vez.

Passo 2: Pizzarias próximas recebem os pedidos e priorizam a produção, muitas vezes interrompendo o atendimento regular.

Passo 3: Entregas são feitas em pontos específicos de acesso ao Pentágono, com verificação de segurança.

Passo 4: O processo se repete várias vezes durante a noite, conforme novas equipes assumem turnos.

Durante a operação na Venezuela, relatos nas redes sociais apontaram que a Domino’s mais próxima ao Pentágono teria recebido pedidos contínuos durante três noites consecutivas, totalizando mais de 300 pizzas entregues.

Quanto as pizzarias faturam com isso

Embora não existam dados oficiais, é possível estimar o impacto financeiro. Um pedido corporativo médio para o Pentágono envolve:

50 pizzas grandes a uma média de 15 dólares cada = 750 dólares por pedido.

Durante uma mobilização intensa, podem ocorrer 5 a 10 pedidos dessa magnitude em uma única noite = 3.750 a 7.500 dólares por noite.

Se a mobilização dura 3 a 5 dias, o faturamento extra pode chegar a 22.500 a 37.500 dólares para uma única pizzaria.

Para redes como Domino’s e Papa John’s, que possuem múltiplas unidades próximas ao Pentágono, o faturamento combinado durante operações militares pode ultrapassar 100 mil dólares em poucos dias.

Principais pizzarias que faturam com operações militares:

  • Domino’s: rede com maior presença próxima ao Pentágono, atende pedidos volumosos há décadas
  • Papa John’s: segunda maior rede na região, conhecida por entregas rápidas para instalações governamentais
  • Pizza Hut: também atende pedidos corporativos, mas com presença menor na área
  • Pizzarias locais: estabelecimentos independentes próximos ao Pentágono também se beneficiam do movimento

Como a teoria virou meme e estratégia de monitoramento

A partir dos anos 2000, internautas começaram a monitorar pizzarias próximas ao Pentágono como forma de antecipar anúncios de operações militares. A lógica era simples: se há movimento intenso de entregas durante a madrugada, algo grande está prestes a acontecer.

Recentemente, a teoria voltou a viralizar no X (antigo Twitter) e no Reddit, onde usuários compartilharam prints de supostos pedidos volumosos e criaram memes sobre prever conflitos internacionais observando pizzarias.

Frases como “se a Domino’s do Pentágono está lotada, prepare-se” ou “a pizza nunca mente” viralizaram rapidamente, gerando milhares de interações. Perfis de análise geopolítica passaram a brincar com a ideia, criando um fictício “índice pizza-guerra” que mistura humor e especulação.

Durante a operação na Venezuela, usuários reportaram em tempo real o movimento nas pizzarias, horas antes do anúncio oficial da ação militar.

Por que a teoria funciona como indicador

Embora não exista confirmação oficial, a teoria tem fundamento lógico. Operações militares exigem coordenação complexa entre diferentes departamentos, análise de inteligência, aprovações políticas e logística detalhada. Tudo isso demanda reuniões prolongadas, muitas vezes durante a madrugada.

A pizza, nesse contexto, se torna um sinal indireto de mobilização interna. Não é a pizza em si que indica a guerra, mas sim o padrão de comportamento que ela revela: equipes trabalhando em regime de urgência, preparando decisões de grande escala.

Para pizzarias como Domino’s e Papa John’s, esse padrão representa oportunidade de faturamento previsível. Sempre que há tensão internacional ou rumores de operações militares, estabelecimentos próximos ao Pentágono se preparam para aumento de demanda.

O que dizem as pizzarias

Oficialmente, redes como Domino’s e Papa John’s não comentam publicamente sobre pedidos para instalações governamentais por questões de privacidade e segurança. Contratos com o Pentágono incluem cláusulas de confidencialidade que impedem divulgação de dados sobre entregas.

No entanto, ex-funcionários e franqueados já confirmaram informalmente que pedidos volumosos durante a madrugada são comuns em momentos de crise internacional. Alguns chegam a relatar que equipes são orientadas a manter estoques extras de ingredientes durante períodos de tensão geopolítica.

A Domino’s, em particular, se beneficia de sua presença estratégica próxima ao Pentágono. A rede possui ao menos três unidades em um raio de 5 quilômetros da sede militar americana, garantindo capacidade de atender pedidos volumosos com rapidez.

Verdade ou especulação

Até o momento, não há dados públicos ou confirmações oficiais que comprovem sistematicamente a correlação entre entregas de pizza e operações militares. Nenhum órgão do governo americano comentou o assunto, e pizzarias não divulgam informações sobre pedidos específicos.

O que permanece são relatos informais, observações de jornalistas e analistas, e o padrão consistente de movimento intenso em pizzarias durante mobilizações militares. A teoria pode não ter comprovação científica, mas conquistou espaço no imaginário coletivo e serve como exemplo de como padrões aparentemente triviais podem revelar informações estratégicas.

Para as pizzarias, o faturamento extra durante operações militares é real e previsível. Para internautas, a teoria virou meme e ferramenta de monitoramento geopolítico. Para profissionais de marketing, o caso ilustra como comportamentos de consumo podem se tornar indicadores de eventos maiores.


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