Para o Caloi Halloween deste ano, a marca lançou um curta-metragem de terror, “O Encosto”, criado em parceria com a agência D’OM, com o objetivo de inspirar as pessoas a redescobrirem o prazer de pedalar. O curta foi lançado durante a temporada de Halloween e faz parte da plataforma de comunicação da marca chamada “Pedal para Todos”. A iniciativa visa combater a realidade comum de bicicletas paradas em residências, que acumulam poeira e histórias não vividas ao longo dos anos.

O enredo de “O Encosto” explora o medo e a inquietação gerados por bicicletas abandonadas em ambientes com pouca luz, como garagens e porões. São mostrados modelos da Caloi de diferentes gerações, incluindo a Berlineta, Caloi 10, Caloi Cross, Ceci, Explorer e Rush. O curta apresenta uma atmosfera sombria, com elementos típicos do horror, como sombras de monstros nas paredes e um ursinho de pelúcia em uma cesta de bicicleta, criando uma sensação de nostalgia e mistério.
A mensagem do Caloi Halloween
Para quem quer entrar no clima do Caloi Halloween, o caminho é simples: assistir ao filme, lembrar das bicicletas que marcaram cada fase da vida e, principalmente, levá-las de volta para a rua. A plataforma “Pedal para Todos” reforça que a bicicleta não é objeto de enfeite, e sim companheira de passeio, de rotina e de descobertas, em qualquer idade.
Ao escolher o terror como linguagem, a Caloi aposta em um recurso que costuma render conversa e compartilhamento nesta época do ano. O resultado é uma campanha que une humor sombrio, nostalgia e um convite direto à ação, sem perder o foco no produto que está no centro da história: a bicicleta.
Em um mercado em que as marcas disputam atenção com ações sazonais cada vez mais parecidas, o filme se destaca por contar uma história própria e por transformar um problema comum, a bicicleta esquecida na garagem, em ponto de partida criativo. Para a Caloi, é também uma forma de reforçar a relação afetiva com gerações de ciclistas.
A narrativa culmina na mensagem central: “Não deixe sua bike virar encosto. Neste Halloween, toda Caloi tem o direito de ir para a rua.” A proposta é clara; a marca deseja encorajar o público a tirar suas bicicletas da inatividade e aproveitar o momento de pedalar, especialmente nesse clima festivo que estimula a diversão e a aventura.
“Muita gente tem uma bicicleta parada há tempos em algum canto da casa”
Filipe Cuvero
Contexto: uma continuidade criativa
O lançamento de “O Encosto” segue a linha criativa da marca, que, desde setembro, já havia promovido a campanha “Não esqueça a Caloi do seu filho”, uma releitura da clássica campanha “Não esqueça minha Caloi”, lançada em 1978. Esta campanha anterior já havia renovado o foco da marca em questões que envolvem a experiência de pedalar, além de estabelecer um diálogo com várias gerações de ciclistas que cresceram com a Caloi.


Os destaques visuais da campanha:
Bicicletas icônicas: A participação de modelos clássicos da Caloi renderiza um apelo nostálgico, permitindo que os espectadores reajam emocionalmente ao verem as bicicletas que talvez tenham sido suas ou de amigos e familiares.
Estética sombria: A ambientação do curta favorece a atmosfera de Halloween, utilizando sombras e luzes que conferem um nervosismo visual, estimulando o público a refletir sobre seu próprio relacionamento com suas bicicletas.
Sons e efeitos: O som envolvente e os efeitos sonoros criam uma experiência imersiva, que traz à tona o suspense do curta e ao mesmo tempo destaca a mensagem de resgatar a alegria de pedalar.
O impacto nas redes sociais
O curta “O Encosto” também busca capitalizar a visibilidade nas redes sociais, onde as interações podem ser massivamente ampliadas através do engajamento do público. Essa estratégia não só propõe que as pessoas assistam ao filme, mas também que compartilhem suas próprias histórias com suas bicicletas, gerando um movimento de resgate da experiência de pedalar.


A Caloi está de olho em como o público responde às suas campanhas e o feedback nas plataformas sociais será crucial para direcionar esforços futuros. A ideia é criar um ciclo positivo em que a audiência não apenas consome o conteúdo, mas se torna parte da narrativa, contribuindo com suas próprias experiências de ciclismo.







