A apresentadora e influenciadora encerrou recentemente sua parceria com a gigante sul-coreana e já foi flagrada usando o modelo top de linha da Apple.
Maisa Silva surpreendeu seus seguidores ao aparecer com um iPhone 17 Pro Max em seus stories no último dia 14 de fevereiro. A revelação chamou atenção porque, até poucos meses atrás, a apresentadora mantinha um contrato ativo com a Samsung, no qual estrelava campanhas publicitárias da marca sul-coreana.
A mudança de aparelho não passou despercebida pelos fãs mais atentos. Maisa não apenas tinha um contrato recente com a Samsung, como também já ocupou a posição de embaixadora oficial da marca no Brasil. Durante esse período, a influenciadora protagonizou diversas ações de marketing e promoveu ativamente os smartphones da linha Galaxy.


Com o fim do vínculo contratual, a apresentadora optou pelo modelo mais avançado da Apple, o iPhone 17 Pro Max, que chegou ao mercado como o flagship da gigante de Cupertino. A escolha reforça uma tendência comum entre influenciadores digitais: a preferência por dispositivos premium da concorrência assim que os contratos publicitários se encerram.
Quando a preferência pessoal vence o contrato
O caso de Maisa não é isolado. Anitta, uma das maiores artistas brasileiras, também protagonizou situação semelhante. A cantora já estrelou comerciais para a Samsung e, posteriormente, foi flagrada usando um iPhone em diversas ocasiões. O episódio gerou debates nas redes sociais sobre a autenticidade das parcerias entre celebridades e marcas de tecnologia.

Esse padrão revela um dilema recorrente no universo do marketing de influência: muitos embaixadores promovem produtos que não necessariamente usariam em sua rotina pessoal. A diferença entre o discurso publicitário e a escolha real do consumidor, mesmo quando esse consumidor é uma celebridade, expõe a fragilidade de algumas estratégias de branding baseadas exclusivamente em contratos de divulgação.
O impacto no mercado de smartphones premium
A troca pública de aparelhos por figuras públicas alimenta a guerra entre Apple e Samsung pelo domínio do segmento premium. Embora a Samsung invista massivamente em embaixadores e campanhas publicitárias, a Apple mantém uma estratégia diferente, apostando em exclusividade, ecossistema fechado e na força orgânica da marca.
Quando influenciadores com milhões de seguidores migram publicamente para o iPhone, isso gera um efeito de validação social que nenhuma campanha paga consegue replicar. A mensagem implícita é clara: mesmo quem foi pago para promover a concorrência, escolhe a Apple quando pode decidir livremente.
O episódio de Maisa reforça a importância da autenticidade nas parcerias de influência e sugere que, no mercado de smartphones premium, a preferência genuína dos consumidores ainda pende para o iPhone, mesmo diante dos avanços tecnológicos da Samsung.

