Nova marca do Grupo DUX mira a economia criativa com campanha gravada em Hell, cidade real nos EUA, e ativações em São Paulo e Rio
O Grupo DUX lançou em junho de 2026 a ANTI, uma fintech voltada exclusivamente à economia criativa. A marca estreia com uma campanha de lançamento que transforma o sistema financeiro tradicional em antagonista, e vai literalmente mandar os bancos para o inferno. O filme-manifesto foi gravado em Hell, cidade real no estado de Michigan, nos Estados Unidos.
Por Que o Nome ANTI
A ANTI nasce como resposta direta às dificuldades financeiras de quem vive da criatividade. Criadores, agências, produtoras, estúdios e empresas do setor convivem com prazos de pagamento que variam de 60 a 120 dias, gerando fluxo de caixa irregular e dificuldade de acesso a crédito. A plataforma reúne em uma única frente:
- Conta digital e movimentações financeiras
- Pix, pagamentos e recebimentos
- Integração com soluções de antecipação de contratos, produto que originou a operação do Grupo DUX
“O sistema financeiro tradicional nunca foi desenhado para quem trabalha por projeto, recebe em D60 ou D90 e vive ciclos de receita imprevisíveis. A ANTI nasce justamente como reação a isso”, afirma Luiz Octávio Gonçalves Neto, CEO do Grupo DUX.
Campanha Criada pela FLVR e Papoco
Desenvolvida pelas agências FLVR e Papoco, a campanha de lançamento gira em torno do conceito “Mande os bancos tradicionais para o inferno”. As ações incluem:
- Filme-manifesto gravado em Hell (MI), com objetos do universo corporativo sendo enviados simbolicamente à cidade
- Objetos como coletinhos puffer, crachás, raquetes de beach tennis e patinetes elétricos como símbolos do que a marca rejeita
- Mídia OOH em São Paulo e Rio de Janeiro
- Ativações com creators e conteúdo digital
Nos dias 5 e 6 de junho, o Grupo DUX realizou ativações provocativas em pontos estratégicos das duas cidades, Faria Lima, Avenida Paulista e praias fluminenses, com painéis e faixas em aviões exibindo ícones do universo “farialimer” sendo consumidos pelo fogo.
Economia Criativa como Mercado Estratégico
O lançamento da ANTI acompanha o crescimento expressivo de um setor ainda mal atendido pelo sistema bancário. Alguns números que embasam a aposta:
- A economia criativa brasileira representa cerca de 3,5% do PIB nacional, segundo dados do Observatório Itaú Cultural e da FIRJAN
- O Grupo DUX já movimentou mais de R$ 215 milhões em antecipação de recebíveis
- A projeção é chegar a R$ 800 milhões até o fim de 2026
- A base atual reúne mais de 210 mil profissionais e empresas conectados à plataforma
Uma Marca Cultural, Não Só Financeira
A ANTI é um caso raro no mercado financeiro brasileiro: uma marca que usa a provocação cultural como estratégia de posicionamento, não apenas como recurso criativo pontual. Ao gravar seu manifesto em uma cidade chamada Hell e construir um discurso abertamente avesso à estética corporativa, a fintech ocupa um território simbólico que vai além do produto, e fala diretamente com uma geração de profissionais criativos que não se reconhece na linguagem dos bancos tradicionais. O desafio agora é sustentar essa identidade à medida que a base de clientes crescer.

