DJ internacional estreia no Carnaval de rua em ação inédita da cervejaria.
A Skol escalou Calvin Harris para comandar um trio elétrico no Carnaval de São Paulo, dia 8 de fevereiro. É a primeira vez que um DJ do primeiro escalão global toca no formato de rua brasileiro. A ação acontece no circuito da Consolação, com entrada gratuita, e integra o Bloco Skol que também traz Nattan, Xand Avião e Zé Vaqueiro.
Ineditismo como estratégia
A jogada da Skol rompe com o padrão de contratações internacionais no Brasil. Calvin Harris, que cobra mais de US$ 400 mil por show em festivais como Coachella e Tomorrowland, nunca havia tocado em trio elétrico. A escolha transforma uma apresentação musical em ativo de PR, gerando cobertura espontânea e amplificação orgânica.
O formato gratuito democratiza o acesso mas, principalmente, multiplica a produção de conteúdo gerado por usuários. Cada vídeo gravado pela multidão vira mídia espontânea para a marca, sem custo adicional de veiculação.
Calvin Harris soma 30 bilhões de streams no Spotify e já foi considerado o DJ mais bem pago do mundo pela Forbes. Colocá-lo ao lado de artistas brasileiros de apelo popular como Nattan (8 milhões de ouvintes mensais) cria pontos de contato com públicos distintos, expandindo o território da marca.
Carnaval como plataforma de experiência
A Skol é patrocinadora do Carnaval paulistano desde 2015 e vem usando a festa como laboratório de ativações de alto impacto. O investimento em nomes de peso posiciona a marca em um território de inovação e ousadia, atributos estratégicos na disputa com Brahma e outras cervejarias.
O Bloco Skol funciona como proof of concept de um novo modelo de ativação: menos estande, mais experiência imersiva. A marca não aparece apenas como patrocinadora, mas como curadora de uma vivência cultural relevante.
Risco calculado e retorno estratégico
Trazer Calvin Harris para o trio elétrico é aposta de alto risco financeiro, mas com potencial de retorno desproporcional em visibilidade. A jogada gera buzz espontâneo, posiciona a Skol como marca protagonista do Carnaval urbano e cria narrativa de ineditismo que se estende muito além do evento.
A curadoria mista, equilibrando eletrônica global e forró regional, evita o risco de elitização da ação. A marca mantém conexão com a cultura de rua enquanto escala o prestígio da ativação.
O Bloco Skol consolida um modelo de marketing de experiência que transforma o Carnaval em plataforma de branding de longo prazo, não apenas em espaço de patrocínio pontual. É entretenimento como produto de marca.

